sábado, 29 de novembro de 2008

PASTAS INTERESSANTES PARA O RADIO AMADOR

----- Original Message ----- From: Ismael de Souza Ignacio To: QRP-BR@yahoogrupos.com.br Sent: Sunday, November 23, 2008 4:43 PM Subject: [QRP-BR] Esquemas e livros

Olá amigos do QRP-BR. Num passeio pela Internet achei um site bastante interessante: http://www.mkdw.net/pub/ . Vale a pena dar uma olhada. Tem muita informação útil. Um abraço a todos. Ismael S. Ignacio - PY1ISI
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse: http://br.groups.yahoo.com/group/QRP-BR/


http://www.mkdw.net/pub/


daqui em diante algumas pastas interessantes

http://www.mkdw.net/pub/radio/

http://www.mkdw.net/pub/radio/harris/

http://www.mkdw.net/pub/radio/hy-gain/

http://www.mkdw.net/pub/radio/hygain/

http://www.mkdw.net/pub/radio/marconi/

http://www.mkdw.net/pub/radio/motorola/

http://www.mkdw.net/pub/radio/yaesu_vertex/
uma colaboração do Flávio -

PY3AFS

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

AOS AMANTES DA ELETRÕNICA

----- Original Message -----
From: eduardo perle
To: amantesdaeletronica@yahoogrupos.com.br ; nova_eletronica@yahoogrupos.com.br ; eletronica_total@yahoogrupos.com.br ; receptores_experimentais
http://www.diy-electronic-projects.com/
http://www.discovercircuits.com/DJ-Circuits/daj-main.htm
http://projekit.com/
http://users.otenet.gr/~athsam/
http://www.uoguelph.ca/~antoon/circ/circuits.htm
http://www.beyondlogic.org/
http://www.circuitstoday.com/
http://www.coolcircuit.com/
http://www.elecfree.com/
http://www.electronicsteacher.com/
http://www.electronics-lab.com/
http://www.electronica-pt.com/
http://www.electronic-circuits-diagrams.com/
http://www.doctronics.co.uk/
http://www.eletronica24h.com.br/
http://www.elxevilgenius.com/
http://www.epanorama.net/
http://www.freebr.com/
http://www.novaeletronica.net/
http://www.radiolocman.com/
http://www.redcircuits.com/
http://www.tkb-4u.com/
http://www.worldtorch.com/
http://www.5spice.com/ SIMULADOR FREE
http://cmosedu.com/ CMOS EDUCATION
http://www.duncanamps.com/ SW DOWNLOADS
http://java.com/pt_BR/ JAVA GRATUITO
http://www.sabereletronica.com.br/secoes/materias_anteriores/
http://www.microrccenter.com/ CONTROLE REMOTO
http://www.beyondlogic.org/usb/usbhard2.htm USB2
http://www.usb.org/home USB
http://www.ee.pucrs.br/~fdosreis/index3.html PSPICE FREE
http://www.ee.pucrs.br/~fdosreis/index2.html ELETRONICA POTENCIA/BASICA/CKTS ELETRICOS/PSPICE
http://circuitos-rosa.blogspot.com/search/label/Microfones%20de%20Eletreto
http://br.geocities.com/kxoera/circuitos.htm
http://www.marcotomas.eu/paggerais/electronica.htm
http://www.ferreomiranda.hpg.ig.com.br/esquemas.htm FERROMODELISMO
http://tonieletronica.50webs.com/circuitos.htm
http://www.elbest.eng.br/circuitos/circuitos.htm
------------------------------------------------------------------------------Fonte: http://circuitos-rosa.blogspot.com/ -------------------------------------------------------------
conteúdo:
www.carlos-rosa.com
Projeto de TLMs CMOS
Download


Lista de Circuitos Eletrônicos Didáticos (Ordem Alfabética)
Prof. Carlos Alberto Rosa
www.carlos-rosa.com e-mail: prof@carlos-rosa.com
Nesse site você encontrará uma série de circuitos eletrônicos didáticos para serem montados e testados como atividades didáticas em aulas práticas nos laboratórios experimentais de ensino de eletrônica básica.
Circuitos Eletrônicos
Acionador por TOM
Alarme com Relé
Amplificador com FET (MPF102)
Amplificador de 1 Watt (741)
Amplificador de 10 dB
Amplificador de 16 Watts (TDA-1520A)
Amplificador de 20W
Amplificador de Duas Etapas
Amplificador de Vídeo
Amplificador para FONES
Amplificador Simples de 1W
Amplificador TDA 2040
Amplificadores Darlington de 10 a 50 W
Analisador de Espectro de Freqüências
Aquecedor de Aquário
Astável de FET Unijunção (2N2646)
Astável Sensível a Luz - TTL
Áudio Capacímetro (BC548 e BC558)
Áudio Ohmímetro (BC548 e BC558)
Biestável com Unijunção (FET 2N2646)
Campainha com Unijunção (FET 2N2646)
Carregador automático de bateria
Carregador de Baterias
Carregador de Baterias de NiCd
Chave Estática com TRIAC
Circuito Não Volátil de Fonte CMOS
Clock para o Z80
Comparador de Tensão (741)
Controle Biestável com LEDs
Controle de Potência com TRIAC
Controle de Potência para Motores 110 / 220V até 3A
Controle de Tonalidade BAXANDALL com Médios
Controle para Motores DC (Autorama)
Conversor de RS232 (12V) para RS232 (5V)
Conversor de Tensão 12V p/ 6V - 2A
Detector de Coincidência
Detector de Coincidência de Pulsos (SCR)
Detector de Nulo
Detector de Sobrecarga para Alto-Falantes (FET 2N2646)
Divisor de Freqüências - Graves/Médios e Agudospara Amplificadores de 10 Watts
Dobrador de Freqüência (1N4386)
Duas Potências para Lâmpadas ou para Soldador
Duplo Controle de Lâmpadas
Duplo Sinalizador de LEDs
Eletrificador de Cercas
Eletro-Estimulador (555)
Eliminador de Bateria de 9V
Entrada de Mixer
Etapa de Potência de RF para 7 MHz
Excitador de LEDs em Paralelo
Flight Black Box
Fonte de Alimentação de 12V/5A (2N3055)
Fonte de Alimentação de 5 V x 2.2A Controlado por Sinal TTL
Fonte de Alimentação de Vref x 3 Ampéres Booster de Corrente
Fonte de Alimentação Potência de 2 a 5A com o Regulador de Tensão 78XX
Fonte para Toca-Fitas (12 V x 4 A)
Fonte Sem Transformador
Fonte Simétrica +15V e -15V
Foto-chave Temporizada com FET (BC264)
Foto-Controle com TRIAC
Foto-detetor com Compensação de Temperatura (TIL81)
Foto-Relé Transistorizado
Foto-Triger (TIL65)
Fotorreceptor para Luz Modulada (TIL81)
Fotômetro
Gerador de Escada (FET 2N2646)
Gerador de Formas de Ondas (8038)
Gerador de Onda Retangular TUJ (2N2646)
Gerador de Pulso Único (555)
Gerador de Rampa
Gerador de Ruído Branco
Gerador Dente de Serra (2N2646)
Gerador Manual de Pulso Único
Grilo Eletrônico (BC548 e BC558)
Guitarra Sem Fio
Indicador de Balanço - VU Meter
Interruptor de Potência (TRIAC)
Interruptor de Toque
Intervalador para Limpador de Para-Brisas
Inversor de Fase
Jogo da Velocidade
LED em 110/220 V
Luxômetro (TIL65)
Luz de Emergência
Megafone (2N3055)
Metrônomo
Micro-reforçador de Áudio (BC548)
Microfones de Eletreto
Mini-Amplificador
Mixer 741
Modulador Acústico-Óptico Infravermelho
Modulador Infravermelho (IR)
Modulador Óptico de Pulso Digital
Monoestável (BC548)
Ohmímetro Sonoro (7400)
Operação AC de Fototransistor (TIL65)
Oscilador Amortecido (741)
Oscilador Astável (741)
Oscilador CMOS 4001
Oscilador com Diodo Túnel (1N3720)
Oscilador de 4 a 20 MHz
Oscilador de 60 Hz - TTL
Oscilador em Anel de NEON
Oscilador FET (2N2646)
Oscilador para Órgãos CMOS
Oscilador TTL de 1 MHz (7404)
Oscilador TTL de 1 MHz com Controle (7402)
Oscilador XTAL-FET (BF245)
Pisca-Pisca de 12 V x 300 mA
Porta Lógica NOR - Transistorizada (RTL)
Prato Eletrônico
Prova Lógica de Áudio (7400)
Pré-Amplificador de Áudio (741)
Pré-Amplificador para Microfone com FET (MPF-102)
Pré-amplificador para Microfone de Cristal (MPF102)
Receptor de Rádio AM (741)
Receptor Regerativo de Ondas Curtas (OC)
Regulador 12 V x 100 mA
Regulador de Tensão com Transistor PNP (12 V x 1 A)
Relé Monoestável (555)
Sensor de Temperatura (741)
Seqüenciador de 1 a 10
Sirene Multisom
Som das Ondas do Mar (741)
Temporizador Transistorizador e Relé
Termômetro com Diodo Semicondutor
Timer Simples a LED
Tramissão de CW
Transistor de Potência de 40 W Protegido
Transmissor CB - CW (2N2222)
Tudo sobre Relés
VCO - Voltímetro Sonoro
VCO de Alta Estabilidade
Ventilador Intermitente
Vibrato Foto-Acoplado (LDR)
Voltímetro Básico
Wattímetro para Eletrodomésticos
Livros On-Line

1300 esquemas e circuitos electrônicos
Por R. Bourgeron
Publicado por Hemus
ISBN 8528901165, 9788528901160

301 circuitos: ideias e sugestöes práticas em eletrônica para hobistas e profissionais
Por Carlos António Lauand
Publicado por Hemus
ISBN 8528903796, 9788528903799

Circuitos integrados para tiristores y Triac
Por Marc Couėdic
Publicado por Marcombo, 1999
ISBN 8426711979, 9788426711977
171 páginas

Temporización en circuitos integrados digitales CMOS
Por A. J. Acosta
Publicado por Marcombo, 2000
ISBN 8426712460, 9788426712462
235 páginas

Circuitos integrados y sistemas
Por Franklin C. Fitchen, Virgil G. Ellerbruch, Aelred J. Kurtenbach, Duane E. Sander, Julián Fernández Ferrer
Publicado por Reverté, 1975
ISBN 8429134255, 9788429134254
461 páginas

Introducción al estudio de circuitos
Por Kendall Ling-Chiao Su, Kendall L. Su
Publicado por Reverté, 1979
ISBN 8429134492, 9788429134490
711 páginas

Sistemas digitales: principios y aplicaciones
Por Ronald J. Tocci, Widmer Neal S. coaut, Le¢n C rdenas Javi‚r tr, Bravo de la Parra Rodolfo de Jes£s rev
Traduzido por Javier León Cárdenas
Publicado por Pearson Educación, 2003
ISBN 9702602971, 9789702602972

Sistemas electrónicos digitales
Por Unknown., E. Mandado, Enrique Mandado Pérez
Publicado por Marcombo, 1998
ISBN 8426711707, 9788426711700
746 páginas

Sistemas electrónicos digitales: Fundamentos y diseño de aplicaciones
Por Enrique Sanchis, Enrique Sanchis Enrique Sanchis Peris Universitat de Valčncia, Enrique Sanchis Peris, Universitat de València
Colaborador Enrique Sanchis
Publicado por Universitat de València, 2002
ISBN 8437055172, 9788437055176
511 páginas

Electrónica
Publicado por UABC, 1950
ISBN 968732693X, 9789687326931
523 páginas

Fundamentos de televisión
Por Boixareu, Otto Limann
Publicado por Marcombo, 1901
ISBN 8426704921, 9788426704924
356 páginas

Fundamentos básicos de la electrónica de potencia
Por Salvador Seguí Chilet, Salvador Orts Grau, Salvador SeguÍ Chilet, Francisco José Gimeno Sales, Carlos Sánchez Díaz, Carlos Sánchez Díaz, Francisco José Gimeno Sales, Salvador Orts Grau
Colaborador Salvador Seguí Chilet
Publicado por Ed. Univ. Politéc. Valencia, 2002
ISBN 8497051289, 9788497051286
319 páginas
Tecnología solar
Por Manel Ibáñez Plana, Plana M., Josep Ignasi Rosell Urrutia, Joan Ramon Rosell Polo
Publicado por Mundi-Prensa Libros, 2005
ISBN 8484761991, 9788484761990
544 páginas

Robótica: Manipuladores y robots móviles
Por Aníbal Ollero Baturone
Publicado por Marcombo, 2001
ISBN 8426713130, 9788426713131
447 páginas
[Antivirus]
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Emissor Potente de 50 a 200MHz (FM)
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Fonte de alimentação 12 Volt 30 Amp
Fonte de alimentação 13 Volt 20 Amp
Fonte de alimentação 9 Volt 2 Amp
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N64 Gamepad - Assembly Code
N64 Gamepad USB Interface
O que é BEL, Decibel e dB
O que é Frequência
O que é Reactância Capacitiva
O que é Reatância Indutiva
Obtenção de áudio a partir da linha telefônica
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Pisca-pisca com Integrado LM555
Ponta Lógica Digital
PSX Gamepad USB Interface
Radar Ultra Sonico
Recuperador Cinescópios
Relógio Digital (HH:MM)
Relógio Digital (HH:MM:SS)
Repelente de Animais (Gerador Ultrasônico)
Repelente para Cães (Ultrasônico)
Repelentes Eletrônicos de Animais
RJ45 Tester (CD4017)
Seamoon - Funk Machine
Semáforo com LEDs (CD4017 e 555)
Sequenciador de luzes 20 canais (CD4017)
Sequenciador de luzes 5 canais 2 efeitos
Sequenciador de Luzes para Discoteca
Simple Muzzle Flash Mod for AEGs
Simulação do funcionamento de um transistor
Sirene com transistores
Sirene electrónica com 4 sons
Sirene Policia
Sirene Simples
Sound Level Meter
Tacômetro analógico
Tacômetro digital
Temporizador 10 minutos (555)
Temporizador 24 horas (CD4060)
Temporizador 5 - 30 minutos (555)
Temporizador para luz de prédio
Temporizador Para-Brisa
Termostato eletrônico (555)
Testador de Cristais
Testador para diodos
Transmissor de FM
Transmissor QRP AM para os 40 metros
TriacOut Series Gate Resistor Application Note
TRX 40m - Rx DC - Tx 1W - VXO 6990 -7080kHz
Tutorial para recuperação do modem DLINK DSL-500T
VU-Meter a 12 LEDs
uma colaboração do Flávio Valker - py3 AFS - valker@cpovo.net- recebido por e-mail

terça-feira, 21 de outubro de 2008

SCRIPT PARA CONEXÃO AUTOMÁTICA COM A CONFERENCIA GAUCHA

Script para conexão automática com a Conferência *GAUCHO*.
Script para conexão automática com a Conferência *GAUCHO_2*.
Script para conexão automática com a Conferência *CANOASRS*.
Como usar o mic do PC, para trasmissão local no echolink
Veja no Google Earth , onde mora o PY3LK- JAIRO (Ijuí-RS-Brasil)
Arquivo com o esquema para a construção de uma interface para o echolink por PY3LK
Retirado do SITE da sala gaucho

TUDO É DO INTERESSE DO RADIOAMADOR

MODIFICACOES E MANUAIS DE RADIOS
http://www.mods.dk/
http://www.cqham.ru/sch_eng.html

LOJA DE RADIOAMADOR
http://www.radiohaus.com.br/
http://www.bezerrasilva.com.br/
http://www.radioshop.com.br/

VENDA DE ANTENA
http://www.electril.com/
http://www.feirinhadigital.com.br/diexantenas/default.asp

SITE DE VENDA DE PRODUTOS
http://www.hamtronix.com.br/

REDE NACIONAL DE EMERGÊNCIA DE RADIOAMADORISMO
http://www.defesacivil.gov.br/rener/index.asp



FEIRINHA DIGITAL
http://www.feirinhadigital.com.br/

RIGPIX
http://www.rigpix.com/

MUSEO DE RADIO ANTIGO
http://www.museo-cb.com/

FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA
http://www.bp.com/modularhome.do?categoryId=4260&contentId=7004852http://www.wholesalesolar.com/wind.htmlhttp://www.windenergy.com/index_wind.htmhttp://www.otherpower.com/toymill.htmlhttp://www.solarpath1.com/main.htm?gclid=COWzx46H14kCFSHGgAodchu-UQhttp://www.solarpath1.com/main.htm?gclid=COWzx46H14kCFSHGgAodchu-UQhttp://www.biozone.com/http://www.amazon.com/b?ie=UTF8&node=552808http://www.windpower.org/en/tour/wtrb/electric.htmhttp://www.windstreampower.com/humanpower/hpgmk3.htmlhttp://www.sheldonbrown.com/harris/lighting/shimano.html
Retirado do SITE www.baependi.com.br/salagaucho

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE RADIOAMADOR

Publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 - Nº 230, de 01 de dezembro de 2006.

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES
CONSELHO DIRETOR
RESOLUÇÃO Nº 449, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2006
Aprova o Regulamento do Serviço de Radioamador
O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e pelos artigos 17 e 35 do Regulamento da Agência, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997,
CONSIDERANDO as contribuições recebidas em decorrência da Consulta Pública n.º 638, de 29 de agosto de 2005, publicada no Diário Oficial de 30 de agosto de 2005;
CONSIDERANDO deliberação tomada em sua Reunião n.º 416, realizada em 1º de novembro de 2006, resolve:
Art. 1º Aprovar o Regulamento do Serviço de Radioamador, na forma do Anexo a esta Resolução.
Art. 2º Substituir o Regulamento do Serviço de Radioamador, aprovado pelo Decreto n.º 91.836, de 24 de outubro de 1985, o Decreto n.º 1.316, de 25 de novembro de 1994, que alterou o Regulamento do Serviço de Radioamador e a Norma n.º 31/94 - Norma de Execução do Serviço de Radioamador, aprovada pela Portaria n.º 1.278, de 28 de dezembro de 1994.
Parágrafo único. As condições de uso de radiofreqüências para estações do Serviço de Radioamador dispostas na Norma 31/94 permanecem em vigor até que sejam substituídas por regulamento específico.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR
Presidente do Conselho


ANEXO

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE RADIOAMADOR

TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Capítulo I
DOS OBJETIVOS
Art. 1º . Este Regulamento tem por objetivo disciplinar as condições para execução do Serviço de Radioamador e a obtenção do Certificado de Operador de Estação de Radioamador. As estações do Serviço de Radioamador devem operar nas condições estabelecidas no Regulamento de Uso do Espectro de Radiofreqüências, bem como no Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências para Estações do Serviço de Radioamador.
Art. 2º . A execução do Serviço de Radioamador é regida pela Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, pelo Regulamento dos Serviços de Telecomunicações, por outros regulamentos e normas aplicáveis ao serviço e por este Regulamento.
Art. 3º . O Serviço de Radioamador é o serviço de telecomunicações de interesse restrito, destinado ao treinamento próprio, intercomunicação e investigações técnicas, levadas a efeito por amadores, devidamente autorizados, interessados na radiotécnica unicamente a título pessoal e que não visem qualquer objetivo pecuniário ou comercial.
Capítulo II
Das Definições
Art. 4º . Para os fins a que se destina este Regulamento, aplicam-se as seguintes definições:
I - Comunicação de terceira parte: mensagem enviada pelo operador de controle (primeira parte) de uma estação de radioamador para outro operador de estação de radioamador (segunda parte) em favor de outra pessoa (terceira parte).
II - Certificado de Operador de Estação de Radioamador (COER): é o documento expedido pela Anatel à pessoa física que tenha comprovado ser possuidora de capacidade técnica para operar estação de radioamador.
III - Estação de Radioamador: é um conjunto operacional de equipamentos, aparelhos, dispositivos e demais meios necessários à execução do Serviço de Radioamador, seus acessórios e periféricos e as instalações que os abrigam e complementam, concentrados em locais específicos, ou alternativamente, um terminal portátil.
IV - Indicativo de Chamada de Estação de Radioamador: é a característica que identifica uma estação e que será usada pelo radioamador no início, durante e no término de suas emissões ou comunicados.
V - Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador: é o documento que autoriza a instalação e o funcionamento de estação do Serviço de Radioamador, com o uso das radiofreqüências associadas.
VI - Radioamador: pessoa habilitada a operar estação do Serviço de Radioamador.
TÍTULO II
DA AUTORIZAÇÃO
Capítulo I
Da expedição da autorização
Art. 5º . A autorização para execução do Serviço de Radioamador será expedida pela Anatel:
I - ao titular do Certificado de Operador de Estação de Radioamador (COER);
II - às associações de radioamadores;
III - às universidades e escolas;
IV - às associações do Movimento Escoteiro e do Movimento Bandeirante;
V - às entidades de defesa civil.
Art. 6º . A autorização para execução do Serviço de Radioamador será formalizada pela expedição da Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador, que incorpora também a
autorização para o uso das radiofreqüências associadas.
Parágrafo único. A autorização para execução do serviço será expedida a título oneroso, por prazo indeterminado e a autorização de uso de radiofreqüências associadas será expedida pelo prazo de vinte anos, prorrogável por igual período, e também a título oneroso.
Capítulo II
Das Licenças
Art. 7º . A Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador é intransferível, na qual constará, necessariamente, o nome do autorizado, a sua classe, o indicativo de chamada da estação e a potência autorizada. A licença autoriza o radioamador a utilizar qualquer das radiofreqüências destinadas à sua classe, em conformidade com o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências para Estações do Serviço de Radioamador.
Parágrafo único. Estação de Radioamador com capacidade para comunicação via satélite somente poderá operar se constar da Licença para Funcionamento de Estação observação a respeito com o devido destaque.
Art. 8º . O valor e as condições de pagamento pelo direito de uso das radiofreqüências estão estabelecidos no Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofreqüências (PPDUR).
Art. 9º . A prorrogação do uso de radiofreqüência associada, sempre onerosa, poderá ser requerida até três anos antes do vencimento do prazo original, e será feita com base nos dados cadastrais existentes no Banco de Dados Técnicos e Administrativos (BDTA) da Anatel, cuja atualização incumbe ao radioamador.
Art. 10. O requerimento para obtenção da licença poderá ser assinado:
I - Pelo interessado;
II - Por procurador, mediante apresentação do respectivo instrumento de procuração;
III - Pelo responsável legal, quando se tratar de menor; e,
IV - Pelo dirigente ou seu preposto, no caso de pessoa jurídica.
§ 1o Quando se tratar de pessoa física, o requerimento deverá ser instruído com cópias autenticadas do documento de identidade e do CPF do interessado.
§ 2o Quando se tratar de pessoa jurídica, o requerimento deverá ser instruído com cópia autenticada do CNPJ e dos atos constitutivos da entidade, devidamente registrados, bem como com a indicação de radioamador classe "A" responsável pelas operações da estação.
§ 3o Alternativamente, em substituição às cópias autenticadas, poderão ser apresentadas cópias e respectivos originais para autenticação pela Anatel.
Art. 11. O radioamador estrangeiro deverá apresentar, quando da solicitação da licença para funcionamento de estação, passaporte ou carteira de estrangeiro em vigor. A licença, neste caso, será expedida com validade limitada ao prazo de permanência do radioamador no país.
Art. 12. As licenças para funcionamento de estação serão expedidas na Unidade da Federação onde se localiza o domicílio do responsável. As referentes às estações repetidoras serão expedidas na Unidade da Federação onde se localiza a sede ou domicílio da autorizada.
Art. 13. A licença não procurada pelo seu titular, ou devolvida pelo Correio por não coincidir com o endereço constante do cadastro da Anatel, será cancelada e excluída do Banco de Dados
Técnicos e Administrativos da Anatel 30 (trinta) dias após sua emissão ou devolução.
Parágrafo único. A emissão da segunda via da licença para funcionamento de estação somente será feita sem ônus, caso não haja débito relacionado com a licença original e se o dano ou extravio for, comprovadamente, imputável ao Correio ou à Anatel.
Art. 14. O executante do Serviço de Radioamador deve manter seus dados atualizados, bem como informar à Anatel as alterações das características técnicas ou mudança de endereço das estações.
Capítulo III
DA PERMISSÃO INTERNACIONAL DE RADIOAMADOR
Art. 15. A Anatel expedirá licença para operação temporária de estações de radioamadores nos Estados membros da Comissão Interamericana de Telecomunicações - CITEL, signatários da Convenção Interamericana sobre a Permissão Internacional de Radioamador, de 1995.
Art. 16. Qualquer radioamador devidamente autorizado para executar o Serviço no Brasil, poderá solicitar a Permissão Internacional de Radioamador (IARP: do inglês International Amateur Radio Permission), excetuando-se os radioamadores estrangeiros.
Art. 17. A IARP poderá ser utilizada apenas no território de outros Estados membros da CITEL, signatários do Convênio. A validade da licença será de até um ano, limitada pela data de vencimento da licença do radioamador.
Art. 18. As condições de uso da IARP estão estabelecidas no Convênio Interamericano sobre Permissão Internacional de Radioamador.
Art. 19. Na expedição da IARP incidirá o preço de serviço administrativo.
Capítulo IV
DA EXTINÇÃO
Art. 20. A autorização do Serviço de Radioamador não terá sua vigência sujeita a termo final, extinguindo-se somente por cassação, caducidade, decaimento, renúncia ou anulação.
Capítulo V
Das Taxas e Preços Públicos
Art. 21. Sobre estação de radioamador incidirão taxas devidas ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações - Fistel, o Preço Público pelo Direito de Exploração do Serviço - PPDESS e o Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofreqüências - PPDUR.
Art. 22. A Taxa de Fiscalização de Instalação - TFI incidirá no ato da expedição da Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador.
§1 º A mudança de classe do radioamador implicará a emissão de nova Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador, com incidência de TFI e pagamento do PPDUR.
§ 2º A licença expedida por alterações de outra natureza que não a referida no §1º , implicará o pagamento do preço do serviço administrativo.
Art.23. A Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador somente será entregue mediante a verificação de quitação da TFI, do PPDUR e do PPDESS.
Art. 24. A Taxa de Fiscalização de Funcionamento – TFF deve ser paga, anualmente, de acordo com o Regulamento para Arrecadação de Receitas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações - Fistel.
TÍTULO III
DAS ESTAÇÕES
Capítulo I
DA CLASSIFICAÇÃO DAS ESTAÇÕES
Art. 25. As estações do Serviço de Radioamador podem ser:
I - Estação Fixa: Aquela cujos equipamentos estejam instalados em local fixo específico, compreendendo os seguintes tipos:
a) Tipo 1: Localizada na Unidade da Federação onde for domiciliado ou tiver sede o autorizado;
b) Tipo 2: Localizada em Unidade da Federação diferente do domicílio ou sede do autorizado;
c) Tipo 3: Destinada exclusivamente à emissão de sinais pilotos para estudo de propagação, aferição de equipamentos ou radio determinação.
II - Estação Repetidora: Aquela cujos equipamentos sejam destinados a receber sinais de rádio de uma estação de radioamador e retransmitir automaticamente para outras estações de radioamador. AS ESTAÇÕES REPETIDORAS PODEM SER:
a) Tipo 4: Repetidora sem conexão à rede de serviço de telecomunicações;
b) Tipo 5: Repetidora com conexão à rede do Serviço Telefônico Fixo Comutado e/ou do Serviço de Comunicação Multimídia.
III - Móvel - Aquela cujos equipamentos são destinados a serem usados quando em movimento ou durante paradas em pontos não especificados, sendo classificada como Tipo 6 - Estação Móvel.
IV - Estação Terrena - Aquela com capacidade de transmissão via satélite, sendo classificada como tipo 7.
Parágrafo único. Em repetidora do tipo 5 com conexões à rede de STFC e SCM é vedado o uso da mesma para a fruição do tráfego entre redes desses dois serviços.
Art. 26. A cada tipo de estação corresponderá uma Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador.
Art. 27. Ao radioamador é permitido licenciar mais de uma estação fixa por Unidade da Federação, podendo inclusive ser do Tipo 3.
Capítulo II
Das Restrições na Localização de Estações
Art. 28. Ao autorizado é garantido o direito de instalar seu sistema irradiante, observados os preceitos específicos sobre a matéria relativos às zonas de proteção de aeródromos e de heliportos, bem como de auxílio à navegação aérea ou costeira, consideradas as normas de engenharia e posturas federais, estaduais e municipais aplicáveis às construções, escavações e logradouros públicos.
Art. 29. Na instalação de estação transmissora do Serviço de Radioamador, deverá ser observado o atendimento à regulamentação emitida pela Anatel referente a exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos na faixa de radiofreqüência.
TÍTULO IV
CERTIFICADO DE OPERADOR DE ESTAÇÃO DE RADIOAMADOR - COER
Capítulo I
Das Regras Gerais
Art. 30. O Certificado de Operador de Estação de Radioamador é expedido a título oneroso, é intransferível, tem prazo de validade indeterminado e habilita seu titular a obter autorização para executar o Serviço de Radioamador e a operar estação do mencionado serviço devidamente licenciada, podendo ser obtido por qualquer pessoa física residente no Brasil.
Art. 31. O prazo para o requerimento do COER será de doze meses, a contar da data da publicação dos resultados dos testes de avaliação, uma vez que é de um ano a validade das provas realizadas.
Art. 32. O radioamador estrangeiro pode ser dispensado da obtenção do COER, devendo operar sua estação nas condições equivalentes à de sua habilitação original e em conformidade com a regulamentação brasileira. Ao término do prazo de validade de sua habilitação original e permanecendo no Brasil, o radioamador deverá atualizar sua habilitação original ou obter o Certificado de Operador de Estação de Radioamador no Brasil.
Capítulo II
DOS EXAMES DE QUALIFICAÇÃO
Art. 33. O COER será concedido aos aprovados em testes de avaliação, segundo as seguintes classes:
I - Classe "C", aos aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações;
II - Classe "B", aos portadores de COER classe “C”, menores de 18 anos, decorridos dois anos da data de expedição do COER classe "C", e aos maiores de 18 anos, desde que aprovados, em ambos os casos, nos testes de Técnica e Ética Operacional, Legislação de Telecomunicações e Conhecimentos Básicos de Eletrônica e Eletricidade e Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse;
III - Classe "A", aos radioamadores Classe "B", decorrido um ano da data de expedição do COER classe “B”, e aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional, Legislação de Telecomunicações, Conhecimentos Técnicos de Eletrônica e Eletricidade e Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse. § 2º As inscrições para a mudança de classe somente podem ser efetuadas após encerrados os prazos discriminados nos incisos II e III.
§ 3º Estão isentos, em função da classe pretendida, de testes de Conhecimentos (Básicos ou Técnicos) de Eletrônica e Eletricidade ou de Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse o candidato que comprove possuir tais capacidades técnica e operacionalmente, conforme Tabela I do Anexo III.
TÍTULO V
ASPECTOS OPERACIONAIS E TÉCNICOS
Capítulo I
Das Regras Gerais
Art. 34. As estações de radioamador devem operar em conformidade com a respectiva licença, limitada a sua operação às faixas de freqüências, tipos de emissão e potência atribuídas à classe para a qual esteja licenciada.
Art. 35. Ao radioamador é vedado desvirtuar a natureza do serviço, assim como usar de palavras obscenas e ofensivas, não condizentes com a ética que deve nortear todos os seus comunicados.
Art. 36. O radioamador está obrigado a aferir as condições técnicas dos equipamentos que constituem suas estações, garantind-lhes o funcionamento dentro das especificações e normas. No caso de uso de equipamentos experimentais, sempre que solicitado pela autoridade competente, o radioamador deverá prestar as informações relativas às características técnicas da estação e de seus projetos.
Art. 37. A estação de radioamador só poderá ser utilizada por terceiros ou operada por outro radioamador na presença do titular da estação ou responsável e respeitadas a ética do serviço e as disposições da legislação e normas vigentes.
Art. 38. O radioamador que, eventualmente, operar estação da qual não seja o titular, poderá transmitir o indicativo de chamada da sua estação e o da estação que estiver operando para se identificar, limitada a sua operação às faixas de freqüências, tipos de emissão e potência atribuídas à classe de menor grau, seja do radioamador visitante ou da estação visitada.
Parágrafo único. O radioamador estrangeiro poderá operar eventualmente estação de radioamador, na presença do titular ou responsável pela estação, devendo neste caso, transmitir, além do indicativo de chamada constante de seu documento de habilitação original, o da estação que estiver operando.
Capítulo II
Da Terceira Parte
Art. 39. As estações de radioamador não poderão ser utilizadas para transmitir comunicados internacionais procedentes de terceira parte ou destinado a terceiros, exceto em situações de emergência ou desastres.
Parágrafo único. O disposto no caput não é aplicável quando existir acordo específico, com reciprocidade de tratamento, que permita a troca de mensagens de terceiras partes entre radioamadores do Brasil e do país signatário.
Capítulo III
DAS CONDIÇÕES OPERACIONAIS
Art. 40. A transmissão simultânea em mais de uma faixa de freqüências é permitida nos seguintes casos:
I - Na divulgação de boletins informativos de associações de radioamadores;
II - Na transmissão realizada por qualquer radioamador quando configurada situação de emergência ou calamidade pública;
III - Nas experimentações e comunicações normais que envolvam estações repetidoras ou que exijam, necessariamente, o emprego de outra faixa de freqüências para complementação das transmissões;
IV - Nas competições internacionais.
Art. 41. Não poderá o radioamador operar estação sem identificá-la.
Parágrafo único. Durante as transmissões, o indicativo de chamada deverá ser transmitido, pelo menos, a cada hora e, preferencialmente, nos 10 (dez) minutos anteriores ou posteriores à hora cheia.
Art. 42. A todo tempo e em todas as faixas de freqüências o operador da estação deve dar prioridade a estações efetuando comunicações de emergência.
Art. 43. Poderão ser utilizados, nos comunicados entre radioamadores, o Código Q (Séries QRA a QUZ) e o Código Fonético Internacional.
Capítulo IV
DAS ESTAÇÕES REPETIDORAS
Art. 44. A Licença para Funcionamento de Estação Repetidora do Serviço de Radioamador poderá ser requerida por:
I - por titular do Certificado de Operador de Estação de Radioamador (COER) Classe “A”;
II - associações de radioamadores;
III - universidades e escolas;
IV - associações do Movimento Escoteiro e do Movimento Bandeirante;
V - entidades de defesa civil.
Art. 45. A estação repetidora deve possuir dispositivos que irradiem, automaticamente, seu indicativo de chamada em intervalos não superiores a dez minutos, bem como dispositivo que possibilite ser desligada remotamente.
Art. 46. A estação repetidora poderá manter sua emissão (transmissão), no máximo, por cinco segundos, após o desaparecimento do sinal recebido (sinal de entrada).
Art. 47. O uso continuado da estação repetidora não poderá exceder a três minutos, devendo a estação possuir dispositivo que a desligue automaticamente após esse período. A temporização retornará a zero a cada pausa no sinal recebido.
Art. 48. A estação repetidora poderá transmitir unilateralmente, sem restrições de tempo, nos seguintes casos:
I - Comunicação de emergência;
II - Transmissões de sinais ou comunicados para a medição de emissões, observação temporária de fenômenos de transmissão e outros fins experimentais autorizados pela Anatel;
III - Divulgação de boletins informativos de interesse de radioamadores;
IV - Difusão de aulas ou palestras destinadas ao treinamento e ao aperfeiçoamento técnico dos radioamadores.
Art. 49. A conexão de estação repetidora à rede de Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC será permitida desde que haja anuência da prestadora local de STFC.
Art. 50. Somente radioamadores classes "A" ou "B" poderão operar estação repetidora com conexão à rede do STFC.
Art. 51. A estação repetidora somente poderá ser conectada à rede do STFC quando acionada por estação de radioamador, não sendo permitido o acionamento da mesma através da rede telefônica pública.
Art. 52. A estação repetidora conectada à rede de serviço de telecomunicações deve possibilitar que sejam ouvidas ambas as partes em contato, em sua freqüência de transmissão.
Art. 53. O radioamador que utilizar da repetidora conectada à rede de serviço de telecomunicações deve se identificar no início e no fim do comunicado.
Art. 54. As estações repetidoras devem ser abertas a todos os radioamadores, observadas as classes estabelecidas, admitindºse apenas a codificação para acesso à rede do STFC.
TÍTULO VI
DOS INDICATIVOS DE CHAMADA
Capítulo I
Da Classificação
Art. 55. Compete à Anatel atribuir os indicativos de chamada para o Serviço de Radioamador.
Art. 56. É facultado ao radioamador escolher, desde que vago, o indicativo de chamada, que identifica sua estação de forma unívoca.
Parágrafo único. A vacância de um indicativo de chamada ocorrerá por extinção da autorização, decorrido o prazo de um ano da exclusão da licença do Banco de Dados Técnico e Administrativo da Anatel.
Art. 57. Os indicativos de chamada são classificados em:
I - Efetivos: São os utilizados quotidianamente para identificação em quaisquer transmissões;
II - Especiais: Os que forem atribuídos a estações de radioamadores especificamente para uso em competições nacionais ou internacionais, expedições e eventos comemorativos, de conformidade com o estabelecido neste Regulamento, limitado o uso e a validade ao período de duração do evento.
Art. 58. O indicativo especial será concedido mediante requerimento à Anatel e constará da autorização válida para o período de duração do evento ou eventos acumulados até o limite de 1 (um) mês.
§1 º . Na expedição da autorização para uso do indicativo especial, incide apenas o preço de serviço administrativo.
§2 º . Será concedido 1 (um) único indicativo especial por vez a cada estação de radioamador.
Art. 59. Quando houver apenas estação móvel licenciada, será atribuído indicativo de chamada da Unidade da Federação onde for domiciliado o radioamador ou sediada a pessoa jurídica requerente.
Capítulo II
DA FORMAÇÃO DOS INDICATIVOS DE CHAMADA EFETIVOS
Art. 60. Os indicativos de chamada de estação de radioamador serão formados de acordo com as tabelas dos Anexos I e II deste Regulamento.
Parágrafo único. Não poderão figurar como sufixos dos indicativos de chamada os seguintes grupamentos de letras: DDD, SNM, SOS, SVH, TTT, XXX, PAN, RRR e a série de QAA a QZZ.
Art. 61. Para as classes "A" e "B", o indicativo de chamada será constituído de prefixo correspondente à Unidade da Federação onde se localiza a estação, seguido do número identificador da região e de agrupamento de duas ou três letras.
Art. 62. Para a classe "C" os indicativos de chamada terão, respectivamente, o prefixo PU seguidos do número identificador da região e de agrupamento de três letras correspondentes à Unidade da Federação onde se localiza a estação do autorizado.
Art. 63. Os indicativos de chamada das estações de radioamadores estrangeiros serão constituídos do prefixo correspondente à Unidade da Federação onde se localiza a estação, seguido do agrupamento de três letras do alfabeto, iniciado pela letra "Z".
Art. 64. O indicativo de chamada das estações localizadas em ilhas e arquipélagos oceânicos, penedos e atóis terá a seguinte formação:
I - Para estações de radioamadores classe “A” ou "B", os indicativos serão formados pelo prefixo "PY", seguido do número "0" e do agrupamento de duas ou três letras, sendo a primeira letra aquela identificadora da ilha, arquipélago oceânico, penedo ou atol em questão;
II - Para estações de radioamadores classe "C" os indicativos serão formados pelo prefixo "PU", seguido do número "0" e do agrupamento de três letras, sendo a primeira letra aquela identificadora da ilha, arquipélago oceânico, penedo ou atol em questão;
III - O sufixo do indicativo de chamada terá como primeira letra aquela identificadora da ilha, arquipélago oceânico, penedo ou atol, conforme a seguir indicado:
a) "F" para estações localizadas no Arquipélago de Fernando de Noronha;
b) "S" para estações localizadas nos Penedos de São Pedro e São Paulo;
c) "T" para estações localizadas na Ilha de Trindade;
d) "R" para estações localizadas no Atol das Rocas;
e) "M" para estações localizadas nas Ilhas de Martim Vaz.
Art. 65. Para as estações localizadas na Região Antártica:
I - Os indicativos de chamada efetivos para as classes “A” e “B”, terão o prefixo “PY”, seguido do número “0”, mais um agrupamento de duas ou três letras sendo a primeira obrigatoriamente a letra “A”;
II - Os indicativos de chamada efetivos para a classe “C” terão o prefixo “PU”, seguido do número “0”, mais um agrupamento de duas ou três letras sendo a primeira obrigatoriamente a letra “A”.
Art. 66. Para as estações de radioamadores estrangeiros classes “A” e “B” localizadas nas ilhas ou arquipélagos oceânicos, penedos ou atóis ou na Região Antártica, os indicativos de chamada efetivos serão formados pelo prefixo “PY”, seguido do dígito “0”, mais um agrupamento de três letras, sendo a primeira a letra “Z” e a segunda aquela identificadora da ilha, arquipélago, penedo ou atol em questão ou da Região Antártica.
Art. 67. Para as estações de radioamadores estrangeiros classe “C” localizadas nas ilhas, arquipélagos oceânicos, penedos ou atóis ou na Região Antártica, os indicativos de chamada efetivos serão formados pelo prefixo “PU”, seguido do dígito “0”, mais um agrupamento de três letras, sendo a primeira a letra “Z” e a segunda aquela identificadora da ilha, arquipélago oceânico, penedo ou atol em questão ou da Região Antártica.
Capítulo III
DA FORMAÇÃO DOS INDICATIVOS DE CHAMADA ESPECIAIS
Art. 68. Os indicativos especiais terão a seguinte formação:
I - Prefixos da série ZV-ZZ seguidos do dígito identificador da Unidade da Federação (1 a 9), ilha, arquipélago oceânico, penedo, atol ou Região Antártica (0), mais um agrupamento de até três letras,
podendo ser solicitados por radioamadores das classes “A”, “B” e “C”;
II - Prefixos da série PP-PX, seguidos do dígito identificador da Unidade da Federação (1 a 9), ilha, arquipélago oceânico, penedo, atol ou Região Antártica (0), mais um agrupamento de até três letras,
podendo ser solicitados apenas por radioamadores da classe “A” que comprovem documentalmente a participação em, pelo menos, dois concursos internacionais;
III - Exceto nos casos previstos no inciso VI deste artigo, os sufixos dos indicativos especiais outorgados às estações de radioamadores da classe “C” terão três letras, sendo a primeira obrigatoriamente a letra “W”;
IV - O sufixos dos indicativos especiais das estações de radioamadores das classes “A” e “B” operando nas ilhas, arquipélago oceânico, penedo ou atol terão como primeira ou única letra aquela identificadora da Ilha em questão;
V - Os sufixos dos indicativos especiais das estações de radioamadores das classes “A” e “B” operando na Região Antártica terão como primeira ou única letra, obrigatoriamente a letra “A”;
VI - Os sufixos dos indicativos especiais das estações de radioamadores da classe “C” operando nas ilhas, arquipélago oceânico, penedo, atol ou na Região Antártica terão três letras, sendo a primeira a identificadora da Ilha em questão ou da Região Antártica e a segunda, a letra “W”.
Art. 69. Os indicativos especiais para operações e expedições em Faróis e Ilhas, que não as Oceânicas referidas neste Regulamento, terão obrigatoriamente o dígito indicador da Unidade da Federação à qual pertençam geograficamente, sendo proibida a utilização do dígito 0.
Art. 70. Os indicativos especiais com apenas uma letra no sufixo serão atribuídos para uso exclusivo em concursos internacionais e expedições.
Art. 71. Na atribuição dos indicativos de chamada especiais não se aplica o disposto no art. 56, podendo o mesmo ser atribuído a outra estação de radioamador logo após o termo final constante da Licença de estação de radioamador.
Art. 72. Em ocasiões especiais e mediante justificativa do interessado, a Anatel poderá dispensar o atendimento às regras de formação de indicativo especial dispostas neste capítulo.
TÍTULO VII
DAS SANÇÕES
Art. 73. A infração a este Regulamento, bem como a inobservância dos deveres decorrentes deste Regulamento, sujeita os infratores às sanções aplicáveis pela Anatel, conforme definidas no Livro III, Título VI “Das Sanções” da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, bem como aquelas decorrentes de regulamentação expedida pela Anatel.
TÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 74. Fica estabelecido prazo de 24 meses contado da data de publicação deste regulamento, para que os atuais radioamadores Classe “D” solicitem a migração de seu COER para a Classe “C” citada no art. 33, inciso I, deste Regulamento.
§1 º . A expedição da nova licença para a Classe “C” implicará o pagamento do preço do serviço administrativo.
§2 º . Durante o período de transição, a Anatel não distribuirá indicativos especiais com o prefixo “ZZ”.

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