quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Comemorar Bodas




Clipping da Brigada Militar RS





                                                 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
 BRIGADA MILITAR - ESTADO MAIOR
P M - 5

          CLIPPING DE QUINTA-FEIRA,

22 DE JANEIRO DE 2015

  
 


CORTES REDUZEM PMs NOS TERRITÓRIOS DA PAZ (CAPA E PÁGINA 12) Por força do decreto do governador José Ivo Sartori para cortar despesas e suspender por 180 dias o pagamento de dívidas herdadas, alguns serviços públicos na área da segurança e da saúde começam a ser prejudicados. No Território de Paz do Morro Santa Tereza, em Porto Alegre, cerca de 10 brigadianos trabalhavam até o dia 31 de dezembro com o auxílio de três viaturas e duas motocicletas. Após o corte das horas extras – a redução anunciada pela Brigada Militar foi de 40% –, o policiamento diminuiu. Entre 1º e 20 de janeiro, o efetivo na região, onde residem cerca de 70 mil pessoas, foi enxugado para dois homens, com apenas uma viatura. Ontem, em um sinal de recuperação, mas ainda abaixo do nível anterior, eram sete homens, uma viatura e duas motos. “A nossa torcida é para que não feche o posto, é importante para a nossa segurança”, diz a comerciante Ana Lucia Palhares, 45 anos. Na área da saúde, há prejuízos em cidades do Interior, para as quais o governo estadual deve cerca de R$ 208 milhões. São dívidas deixadas pelo ex-governador Tarso Genro. Agora, o decreto de Sartori suspende por 180 dias a quitação desses débitos, o que começa a prejudicar serviços. Em Fontoura Xavier, no Norte, se acumulam R$ 200 mil em repasses atrasados, sendo R$ 12 mil da farmácia municipal, que está com escassez de medicamentos. Em Três Cachoeiras, Morrinhos do Sul e Torres – todos municípios do Litoral Norte –, o Laboratório São Luiz, da rede privada, é contratado pelo Estado para fazer exames de sangue, urina e fezes, entre outros, em pacientes encaminhados pela prefeitura. Os pagamentos estão atrasados há quatro meses, e o passivo soma R$ 40 mil. PORTO ALEGRE

BALANÇO SERIA O MOTIVO PARA FALTA DE VERBAS (PÁGINA 12) Diante da redução do policiamento no Território de Paz do Morro Santa Tereza, o subcomandante da Brigada Militar, Paulo Moacyr Stocker dos Santos, afirmou que a diminuição de horas extras entre o fim de dezembro e o início do ano é “normal”: “É o momento em que se fecha o balanço financeiro do Estado, e ocorre uma demora na confirmação dos recursos que serão liberados”. Ele ainda contestou a informação, obtida junto ao Território de Paz, de que entre 1º e 20 de janeiro apenas dois homens atuaram no local. E afirmou que a redução de 40% das horas extras terá efeito “irrisório”. A Secretaria da Saúde informou que fez, ontem, repasse de R$ 7,1 mil ao Laboratório São Luiz, referente ao pagamento de outubro de 2014. Para Fontoura Xavier, a previsão é de liberação de recursos até amanhã. PORTO ALEGRE

EFEITOS DA DECISÃO (PÁGINA 12)

Como reagem setores e localidades atingidos pela ação governamental
-Brigada Militar: no Território de Paz do Morro Santa Tereza, em Porto Alegre, a diminuição de horas extras prejudicou o efetivo. Até o final de dezembro, o local contava com 10 brigadianos, três viaturas e duas motocicletas. Entre 1º e 20 de janeiro, a redução foi para dois homens e uma viatura. Ontem, estavam na região sete homens, uma viatura e duas motocicletas.
-Bombeiros: coordenador-geral da Associação de Bombeiros do Rio Grande do Sul, Ubirajara Ramos afirma que 400 soldados esperam apenas o curso de formação antes de assumirem função na corporação, historicamente afetada por falta de efetivo. Com o decreto, contudo, as nomeações de servidores estão fechadas. Com a redução de horas extras, uma unidade de Bombeiros no bairro Mathias Velho, em Canoas, na Região Metropolitana, chegou a ficar fechada por um dia, mas um remanejamento de pessoal permitiu a reabertura do local.
-Morrinhos do Sul: o prefeito Leandro Borges Evaldt foi avisado pela direção do Laboratório São Luiz de que os exames de sangue, urina e fezes, entre outros, terão de ser suspensos ao final de janeiro caso não haja algum pagamento. Situado em Três Cachoeiras, o laboratório atende pacientes de Torres, todos encaminhados pelo SUS. A dívida do Estado com o estabelecimento é de R$ 40 mil, com acúmulo de atraso entre os meses de outubro e janeiro.
-IPE: como o decreto suspendeu o pagamento de dívidas, surgiram riscos de cancelamento de consultas pelo IPE. Os honorários dos médicos, de dezembro, estavam em aberto. Na última segunda, a Secretaria da Fazenda liberou R$ 87,6 milhões para honrar dívidas do período entre 1º e 20 de dezembro de 2014. A diretoria do IPE diz que, agora, a situação está normalizada. No dia 26 de janeiro, vencem os pagamentos dos procedimentos dos últimos dias de dezembro.

HERÓIS E ANTI-HERÓIS (Artigo assinado pelo jornalista Humberto Trezzi, página 26) Eu vi um bombeiro chorar. Foi em Santa Maria, na semana passada, às vésperas dos dois anos da maior tragédia gaúcha, o incêndio na boate Kiss. O sargento embargou a voz e fechou o semblante, deixando as lágrimas escorrerem pelo rosto. Queria desabafar aos jornalistas. Chorou pelas 242 vítimas, que não pôde salvar. Por nunca ter recebido agradecimento. E por ter sido um dos crucificados no festival de irregularidades que marcou essa tragédia. O bombeiro que chorou não é um dos que vistoriaram e liberaram a boate para funcionar, mesmo ela sendo uma armadilha, um bloco de concreto com uma só saída que virou túmulo de centenas. Não. O sargento estava na linha de frente do combate ao fogo, mas acabou sob suspeita de não ter feito tudo o que podia. De não entrar na boate nem ter impedido que voluntários corressem risco de vida (alguns morreram ao ingressar no inferno da Kiss). Você entraria, sabendo que ninguém saía consciente dali? Com a fumaça tóxica desencadeando tosse e atordoando quem a desafiava? Sei bem como é, fui treinado em brigada de incêndio. Alguns bombeiros entraram em meio ao breu e à fumaceira, vi os vídeos. Outros ficaram no apoio, fornecendo água. Faltou equipamento para tanta tragédia. Era época de férias e o contingente estava reduzido. Humanos, os bombeiros não barraram voluntários: ficaram gratos diante de tanta ajuda inesperada e bem-vinda. Não sabiam até que ponto a Kiss era arapuca mortífera. O militar que entrevistei abriu buracos no prédio, foi engolfado pela nuvem química e ainda ajudou a carregar corpos. Dias depois, ao ouvir na TV que bombeiros se omitiram no cumprimento do dever, o filho do sargento – esse do desabafo – perguntou: – Pai, você deixou mesmo aquelas pessoas morrerem?Então o sargento viu que de herói virara anti- herói. Chorou várias vezes desde então. Mesmo depois de ser inocentado, quando o Ministério Público considerou que ele não cometera delito. Faltava o desagravo da opinião pública, que aqui está. Isso não significa igualar todos os bombeiros. Alguns deixaram que a danceteria funcionasse, mesmo sem saídas de emergência, com espumas inflamáveis inadequadas, janelas vedadas, extintores vencidos e luzes de emergência apagadas. Outros tinham firmas para fazer laudos técnicos a quem pagasse (a Kiss pagou e permaneceu aberta). Esses ainda devem muita explicação. Especialmente aos familiares dos 242 mortos.

         

SALVA-VIDAS CIVIS DESCONTENTES (PÁGINA 12) Salva-vidas civis estão começando a abandonar as guaritas no litoral gaúcho. O motivo é a falta de pagamento por parte do governo do Estado. Dos 86 civis contratados para ajudar a reforçar os trabalhos da Operação Golfinho, quatro já teriam desistido. LITORAL NORTE

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Polícia Gaúcha



Foi o primeiro gimmick de PM no policiamento aqui no Estado. Um trabalho da PM/5, daquele tempo. Acho até que o ex-cmt geral, Cel Jerônimo Braga, era tenente da seção, nessa época. Que tempo. Era a década de 70. Vivíamos a necessidade de integração com a comunidade e, essa nos recebia muito bem. Exceto, as mesmas pessoas, de hoje, que pedem a desmilitarização, tentavam atrapalhar a nossa relação policial com a sociedade. O mesmo discurso rançoso de que éramos preparados para a guerra e não adequados ao policiamento. Tudo isso é bem daquele período e me resgata essa situação.Então nada mudou, nem o velho gimmick, ainda cortejado por todos.
BRIGADA militar, 18 de novembro de 1837 - POLÍCIA GAÚCHA há 177 anos protegendo a comunidade, a incolumidade pública e garantindo a tranquilidade de todos. PARABÉNS BRIGADIANOS e BRIGADIANAS do RIO GRANDE do SUL pelos relevantes serviços prestados, pela ação descompromissada de elogios. PARABÉNS pelo comprometimento e eficácia operacional, PARABÉNS pela vocação e sacerdócio na manutenção da PAZ

Brigada Militar de Sta Margarida do Sul RS



Na tarde de ontem a Brigada Militar de Santa Margarida do Sul efetuou apoio a turma volante Municipal do ICMS.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Encontro da Família Bergenthal



3º Encontro da Família Bergenthal -
Local Rio Pardo RS -

Dia 08 de março 2015
Logo estaremos postando o numero da conta corrente, agencia bancária da prima encarregada de mandar fazer as camisetas, valor R$25,00(vinte e cinco reais) quem não mandar fazer, pagará R$3,00(três reais) para ajudar nas despesas do evento,como aluguel clube, uso de utensílios e etc... Aguardem no grupo A Grande Família Bergenthal.
Foto: 3º Encontro da Família Bergenthal -
Local Rio Pardo RS - 
Dia 08 de março 2015
Logo estaremos postando o numero da conta corrente, agencia bancária da prima encarregada de mandar fazer as camisetas, valor R$25,00(vinte e cinco reais) quem não mandar fazer, pagará R$3,00(três reais) para ajudar nas despesas do evento,como aluguel clube, uso de utensílios e etc... Aguardem no grupo A Grande Família Bergenthal.
4 pessoas alcançadas

 
 


 

Clipping da Brigada Militar





                                                ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
 BRIGADA MILITAR - ESTADO MAIOR
P M - 5

          CLIPPING DE QUARTA-FEIRA,

21 DE JANEIRO DE 2015

  
 


GOLFINHO DEVOLVIDO AO MAR EM TRAMANDAI (LEITOR - PÁGINA 4 com foto) Em Tramandaí Sul, a publicitária Cristiane Gerhard, 36 anos, avisto  um filhote de golfinho à beira mar. Ela procurou um salva-vidas para socorrer o animal. “Assim que chamamos o salva-vidas, ele foi de imediato socorrer o golfinho, devolvendo-o para a água”, relata a moradora de Sapiranga. TRAMANDAI

CORTE DE 40% NA HORA EXTRA DA BM (PÁGINA 13) Cairá para 146 mil o número de horas extras mensais acrescidas à jornada normal do efetivo da Brigada Militar (BM) nos próximos meses. Até 2014, a média era de 243 mil. A redução de 40% nas horas extras da BM e do Corpo de Bombeiros, mecanismo que ajuda a suprir a defasagem policial no Estado, foi oficializada ontem. A economia prevista nos cofres do governo é de R$ 12 milhões em seis meses – período estabelecido pelo decreto de redução de gastos implementado pelo governador José Ivo Sartori. Desde a assinatura da medida que restringe despesas, no último dia 2, as horas extras de policiais militares e bombeiros estavam limitadas a 60% dos gastos do primeiro semestre de 2014 – medida considerada polêmica em razão do receio de redução de policiais nas ruas. Segundo o subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Paulo Moacyr Stocker dos Santos, as horas adicionais não vinham sendo aplicadas desde então. A redistribuição dos horários foi definida em reunião na noite de segunda-feira entre o Comando Geral e os comandos regionais da corporação. Stocker afirmou que, apesar do corte, o policiamento não será afetado: “O que pode ocorrer é alguma redução na excepcionalidade”. Conforme o subcomandante-geral, entre as exceções ao policiamento de rotina estão eventos como manifestações, jogos de futebol, procissões religiosas e operações especiais para combate ao crime. Ao ser questionado se haveria redução no efetivo em eventos desta natureza, ele negou. “A comunidade não vai sentir absolutamente nada. Não terá diferença no seu atendimento, no resultado, nos indicadores”, insistiu. O coronel também afirmou que, caso seja necessário, a BM pode pedir ao governo uma “suplementação” – ou seja, flexibilização ao decreto para ampliar o número de horas extras. Em frente ao Palácio Piratini, a 800 metros de distância do Quartel Geral da BM, onde o subcomandante anunciava a medida, o presidente da Associação de Cabos e Soldados da BM, Leonel Lucas, protestava com um grupo exigindo a convocação de aprovados em concursos da Brigada e do Corpo de Bombeiros. A suspensão é reflexo, também, do decreto que enxuga gastos. “Quem vai ter o maior prejuízo é a população, com a falta de efetivo”, disse Lucas. O presidente da entidade estimou que, de cada cinco policiais militares, quatro fazem horas extras no Rio Grande do Sul. PORTO ALEGRE

TROCA DE TIROS NO CENTRO DA CAPITAL (PÁGINA 17) A Brigada Militar (BM) trocou tiros com um suspeito de ser traficante de drogas na Avenida Salgado Filho, no centro de Porto Alegre, ontem à tarde. Conforme a corporação, o homem reagiu a uma abordagem e efetuou dois disparos. Os policiais revidaram, e um tiro atingiu a perna do suspeito. Segundo os policiais militares, o homem era acompanhado pelo serviço de inteligência da BM há mais de 20 dias, por suspeita de traficar drogas no centro da Capital. Ele já responde por tráfico e estava em prisão domiciliar. Uma ambulância do Samu foi acionada para socorrer o homem, cujo nome não foi divulgado. PORTO ALEGRE


         


HORAS EXTRAS REDUZIDAS EM 40% (PÁGINA 16) O subcomandante-geral da  Brigada Militar, coronel Paulo Stocker, estimou uma economia de R$ 12 milhões com a redução de 40% das horas extras na corporação durante seis meses. Ele garantiu que a atuação da BM não será prejudicada com a medida, que provocou a partir deste mês a diminuição de 243 mil para 146 mil horas extras por mês. A Operação Golfinho não foi atingida. PORTO ALEGRE

TIROTEIO TUMULTUA CENTRO DA CAPITAL (PÁGINA 16 com foto) A avenida Salgado Filho, no Centro de Porto Alegre foi palco de um tiroteio no começo da tarde desta terça-feira. Dois homens eram observados por uma guarnição da Brigada Militar. Quando foram abordados, um dos homens sacou um revólver e disparou contra o policial militar, que revidou atingindo o suspeito na perna com dois tiros. O outro suspeito também foi preso. A arma e as munições foram apreendidas pela Polícia e o suspeito ferido foi encaminhado para o Hospital de Pronto Socorro. Um dos suspeitos, antes de ser abordado, jogou fora uma mochila, que acabou sendo encontrada pela BM. Dentro da mochila havia três tijolos de maconha. O tiroteio, que assustou usuários esperando nas paradas de ônibus, ocorreu próximo à esquina com a Marechal Floriano. Segundo a Brigada Militar, ambos, pretendiam assaltar uma loja na área central, quando passaram a ser monitorados pelos policiais. O trânsito na região chegou a ficar congestionado em função do bloqueio de duas faixas da avenida. PORTO ALEGRE